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23 de junho de 2025
Venha conhecer minha história:

Sou especialista em atendimento clínico individual para adultos, com foco em ansiedade, estresse e questões que afetam o bem-estar, como baixa autoestima, dificuldades para expressar sentimentos e/ou pensamentos e desafios no controle da raiva. Com 9 anos de experiência clínica e mais de 300 pacientes atendidos, atuando em terapia on-line desde 2018, oferecendo um cuidado acessível e efetivo.


Utilizo as abordagens da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da Terapia Focada em Compaixão (TFC), sempre pautada em evidências científicas. Tenho pós-graduação em Saúde Mental e Neurociência e três atualizações profissionais em Terapias Cognitivas. Minha filosofia de trabalho valoriza o bem-estar do cliente como meta central do tratamento, equilibrando o rigor técnico com o respeito às singularidades de cada pessoa.



O que me levou a escolher a psicologia:


Desde cedo, sempre fui fascinada pelo comportamento humano. Observava atentamente as pessoas ao meu redor — seus gestos, expressões, maneiras de pensar e de se relacionar consigo mesmas e com os outros. Também me importava profundamente com o que elas sentiam e, principalmente, com as estratégias que usavam para lidar com esses sentimentos.


Aos 13 anos, assisti a uma palestra em DVD da psicóloga Cris Linares, chamada Divãs no Divã. Naquele momento, algo em mim despertou. Eu não sabia quem ela era exatamente, nem o que fazia ou estudava, mas pensei: “Quero ser como ela.”


Foi então que decidi fazer parte de uma ONG voltada a acolher e lidar com a dor do outro. Durante os anos em que me dediquei a observar, escutar e criar projetos de intervenção — entre os 17 e 18 anos — tive meu primeiro contato com uma psicóloga. Fiquei encantada com o que ela fazia.


Percebi que tudo aquilo que sempre despertou minha curiosidade e sensibilidade poderia se reunir em uma só profissão — e mais do que isso, poderia se tornar meu caminho de vida. Compartilhei minha decisão com meus pais, que prontamente apoiaram minha escolha profissional. Em 2011, ingressei na faculdade de Psicologia e me formei cinco anos depois.


Na faculdade, a pergunta clássica sempre surgia: “Por que você escolheu Psicologia?” Era difícil explicar com clareza naquele momento, mas, com o tempo, compreendi: o que eu realmente queria era entender as pessoas para ajudá-las a se entenderem também.


É isso que venho construindo ao longo da minha trajetória profissional. Quanto mais compreendo o ser humano, quanto mais consigo traduzir a teoria em prática, e facilitar a percepção das pessoas sobre o que sentem e como lidar com isso, mais autonomia elas ganham para se conduzir em suas próprias jornadas.

Iniciei minha atuação em 2016, apenas três meses após a formação. Desde então, atendi em ONGs, no SUS e em consultório particular presencial. Em 2018, ampliei meu trabalho para o formato on-line, no qual sigo atuando até hoje de forma exclusiva.


Porque escolhi a Terapia cognitiva-comportamental (TCC), como base para o meu trabalho:


Minha primeira grande paixão na faculdade foi o Jung da Terapia Analítica, eu me identificava com suas dores e como ele buscar compreender melhor os processos humanos, considerado por muitos o “primeiro cognitivista”, Jung é visto como precursor do cognitivismo por focar nos processos mentais internos, como pensamentos e símbolos, que influenciam a percepção e o comportamento.


Depois, conheci a terapia cognitivo-comportamental e, com uma referência importante da minha professora na época, percebi que essa abordagem era a que mais se alinhava às meus valores como terapeuta.


Atualmente, além da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), mantenho meu interesse pela Terapia Analítica e adotei a Terapia Focada em Compaixão (TFC) como base central do meu atendimento.


Como a escolha dessas abordagens se alinham ao foco do meu trabalho hoje:


A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia Focada na Compaixão (TFC) formam uma combinação excelente para o tratamento da ansiedade e do estresse. A TCC atua ajudando a identificar e modificar pensamentos negativos e distorcidos que alimentam esses sintomas, além de promover mudanças nos comportamentos que os mantêm. A TFC trabalha o desenvolvimento da autocompaixão, incentivando uma postura mais gentil e acolhedora diante do próprio sofrimento. Isso reduz a autocobrança e a autocrítica, que frequentemente agravam a ansiedade e o estresse.


Enquanto a TCC foca em ações práticas e cognitivas para enfrentar os gatilhos desses problemas, a TFC oferece suporte emocional para lidar com as emoções difíceis de forma mais amorosa. Essa combinação não só diminui os sintomas, como também fortalece a resiliência, te ajudando a enfrentar desafios futuros com maior equilíbrio. Assim, unindo ferramentas concretas para a mudança e um ambiente interno compassivo, a TCC e a TFC formam uma abordagem integrada e eficaz para tratar ansiedade e estresse.


Como a experiência clínica pode ser um diferencial:


Minha experiência clínica é, sem dúvida, um diferencial no trabalho que realizo atualmente. Após anos acompanhando de perto as dores emocionais de tantas pessoas, desenvolvi um olhar mais apurado para identificar padrões de comportamento, traços de personalidade e influências do ambiente com mais profundidade e sensibilidade.

Com o tempo, também aprimorei minha capacidade de criar vínculos terapêuticos sólidos, o que favorece um espaço seguro para que o cliente possa se expressar com liberdade. Aprendi a adaptar minha escuta e abordagem às necessidades de cada pessoa, tornando o processo mais humano, flexível e eficaz.


Essa trajetória me trouxe segurança para lidar com casos mais complexos, além de uma linguagem acessível para traduzir a teoria em prática, facilitando a compreensão emocional do que está sendo vivido. Hoje, posso dizer que construí uma visão mais ampla e sistêmica do sofrimento humano, enxergando não só os sintomas, mas os contextos e ciclos que os sustentam.


Mais do que isso, mantenho o compromisso constante com o estudo e o aperfeiçoamento profissional — porque acredito que cuidar do outro começa com responsabilidade e ética com a própria prática.


Quais valores ou princípios guiam meu trabalho como terapeuta:


O que mais valorizo na minha atuação como terapeuta é a capacidade de enxergar o outro como ele realmente é — com respeito absoluto à sua singularidade. Trago isso como um princípio essencial, porque sei, a partir da minha própria história, o quanto dói não se sentir acolhida, amada ou respeitada por ser quem se é. Essa vivência me tornou ainda mais consciente da importância de oferecer um espaço em que a individualidade do outro seja, acima de tudo, reconhecida e honrada.


Antes de qualquer teoria ou técnica, coloco o respeito pela pessoa que está diante de mim. Só depois vem a aplicação cuidadosa dos recursos técnicos, com fidelidade ao que a Psicologia propõe, mas sem nunca perder de vista que estamos lidando com um ser humano — único, complexo e digno de ser compreendido com profundidade.

Uma frase do Jung que carrego como lema de trabalho é: “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”.


Como eu adapto as abordagens para atender às necessidades individuais de cada paciente:


Tenho uma sensibilidade natural para perceber as necessidades das pessoas, o que me permite ser mais assertiva e adaptar minha escuta, linguagem e intervenções de acordo com o que cada pessoa realmente precisa. Essa habilidade torna o processo terapêutico mais fluido, respeitoso e eficaz, pois me ajuda a encontrar caminhos mais ajustados à realidade de quem está em acompanhamento comigo.


Para isso, elaboro um plano terapêutico personalizado, que envio por escrito ao cliente. Esse material nos ajuda a ter mais clareza sobre o caminho que estamos construindo juntos e permite maior adaptabilidade ao longo do processo, respeitando o ritmo e as necessidades de cada pessoa.


O que eu considero mais gratificante no processo terapêutico com meus clientes:


Sinceramente, o que mais me gratifica na prática clínica é ver a expressão de alívio no rosto de alguém ao perceber que existe uma forma mais leve e saudável de lidar com o que sente. Sou profundamente grata por poder, mesmo que em pequenos gestos ou momentos, fazer a diferença na vida de alguém.


Acredito que ninguém machuca o outro por maldade, mas sim porque está em dor e ainda não aprendeu a lidar com ela. Por isso, entendo que meu papel — e minha missão neste mundo — é ajudar as pessoas a compreenderem e cuidarem das próprias dores. Quando isso acontece, elas machucam menos, e, com isso, menos pessoas precisarão lidar com feridas emocionais que não causaram. A cada pessoa que aprende a se cuidar, acredito que estamos construindo, pouco a pouco, uma estrutura humana mais consciente, compassiva e saudável.


Fazer parte disso é o que me motiva todos os dias a sentar, escutar e me dedicar, com presença e atenção, a cada história que chega até mim. Escolhi a Psicologia por acreditar na transformação das relações e da sociedade, mas, para mim, ela é mais do que uma profissão — é a forma como escolho viver e expressar minha existência no mundo.


Se você busca uma abordagem que uma prática e acolhimento para tratar ansiedade e estresse, entre em contato comigo. Juntas, podemos construir um caminho de transformação e bem-estar.